terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Psiquê, com suas asas de borboleta, pura alma,humana, beleza invejada pelos Deuses.
Psiquê,um perigo,atraia todos os amores, mais por ela nenhum era correspondido.
Psiquê,sensação. Psiquê percepção.Psiquê pensamento. Psiquê memoria.Psiquê, perigo.
Psiquê apaixonante, não apaixonada, talvez fosse ego demais, mais demasia cansa.

De tanta inveja que causou, tinha destino certo,uma paixão pelo ser mais monstruoso do universo. Não se pode ser mais bonita que a deusa do amor, Pisquê, bobinha!

Mais,como sempre o cupido é burro, Eros com o poder de apaixonar, por acaso se dá uma flechada.

Eros, deus do amor, que escolhe quem ama quem, amando sem escolher.
Eros, contradição pura.
Eros , encantador,encantado.
Eros, e suas flechas tortas, se com ele mesmo fez tal loucura, imagine com o resto.


Como não existia ninguém melhor que Eros, para mostrar a Psiquê o que era o amor, tal união foi impossível de não acontecer.
Psiquê não podia ver o rosto de Eros, ela sabia que estava amando, mais não exatamente o que, na verdade sabia que era ele, mais não sabia quem ele era. Tais duvidas atormentam as pessoas, sentir, nunca foi o suficiente. A união da alma e do amor,sempre foi coisa perigosa, e movida pela curiosidade foi saber como era Eros.
Psiquê, bela Psiquê, não resistiu as intrigas impostas, e logo traiu Eros.
Confiança, não precisa ser Deus ou semi-deus pra saber que quando quebrada, fragmenta muito mais coisas.


Psiquê e seus quatro trabalhos pra reconquistar Eros,
Eros e sua flechada burra,sem voltas.

No final,eles ficam eternamente juntos,mais isso daqui, é mitologia grega.

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