quinta-feira, 4 de novembro de 2010

12/10 (terça -feira)

(Das muitas coisas escritas guardadas achei uma tentativa de crônica sem fim,sem começo e meio,apenas palavras jogadas tão falhas que quando escritas no calor da emoção tem menos coesão e muito mais sentimento,mas está ai,o rascunho,o início da criação que de tão próxima do sentir,não se conseguiu alterar.)




Suspiros no contrafluxo

Tu percebias a mim e eu a ti,como se fossemos um a partir do nosso reencontro e enquanto ele durasse.Não tinha mais nada a pedir,nunca tivemos verdadeiramente nenhum direito de pedir nada,nosso encontro foi natural,e essa naturalidade de como tudo aconteceu só poderia vir novamente sem promessas ou esperas falhas.
Te percebia tão claro e calmamente,disforme de tudo que havia construído nas minhas expectativas mas tão maior do que propriamente imaginará,te percebia real,palpável e aceitava o que eras,aceitava e adorava.
Falamos dele,não poderia ser diferente,nosso elo amor,me lembrei daquela manhã,do café e do passeio fresquinho,falamos dos nossos desejos de nossas mudanças, mas o que me vem a mente agora,são teus olhos na luz do sol e como eu podia enxergar a grama e o céu azul cintilante através deles.E todo o vácuo de tempo e distância havia se transformado em um antes e já não fazia a menor diferença,o que fazia diferença era o agora,o coração pulsante e as mãos dadas....

4 comentários:

Anônimo disse...

pra ser bom, um texto com tantos sentimentos tem que fazer o leitor tambem sentir o que o autor sentiu.
Você conseguiu me fazer sentir.. e suspirei ao ler, varias vezes.
Seja lá pra quem for, voce apaixonada é tão intensa que me toca.

uma pedra. disse...

...e da minha intensidade,você conhece tão bem!
se te tocou acho que de alguma forma consegui o que eu queria,a intenção é sempre essa,fazer sentir,dividir o sentir;

uma pedra. disse...

o que quer que seja!

Anônimo disse...

parabens, camaile