"Hoje é o tempo preu ficar devagarinho
com as coisas que eu gosto e que eu sei que são efêmeras
e que passam perecíveis
e acabam, se despedem, mas eu nunca me esqueço"
com as coisas que eu gosto e que eu sei que são efêmeras
e que passam perecíveis
e acabam, se despedem, mas eu nunca me esqueço"
Então engoliu à seco qualquer vestígio de orgulho e esperança que pudesse ter,respirou fundo e foi embora onde saber ir embora era uma ótima virtude para quem nem soube chegar,mas chegou.
Confessava a si mesmo o que sentia,o que sentiu e todas essas possibilidades impostas pelo destino ou qualquer coisa que se possa parecer com destino se é que ele existe.
Tinha os olhos brilhantes mas muito se engana quem pensa que os olhos só brilham magicamente em situações boas,quando brilham em situações como essa é um brilho silencioso mas prestes a explodir como fazem as estrelas quando nascem.
Lembrou-se das tolices de Dom Quixote e que só te faltava a armadura e a espada para ficar tão tola quanto ele porém não sairia por ai achando que moinhos de vento são dragões e tentaria mata-los,ela se apaixonou justamente por um dragão.Mas isso são só metáforas e as maiores explicações ficam nas entrelinhas.
Ilusões são doces ou melhor,agridoces,deixa estar.

Um comentário:
Me coloco entre aspas aqui.
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