terça-feira, 25 de novembro de 2008


Parece que já faz tanto tempo, e faz!
desde sempre, desde nunca...
desde onde mesmo?


mais sabe aquela coisa,
eu sei que a chuva está lá fora, e mesmo assim vou lá me molhar.
É gosto, não se discute! Sempre fui assim!
Principalmente quando havia a esperança de ter um guarda-chuva a minha espera...

não se pode dar esperanças a quem tem asas,
a quem sabe infinitamente sonhar


Prazer, camila!



Mais o caso, nem é esse
e nem é caso mesmo dito,
é fim
e o fim, é melhor ser assim descrito
em rima,
pra tristeza não chegar
e se chegar que seja acompanhada
de versos estes que te façam tranquilizar! O U N Ã O!


Parece que foi tanto amor, e foi!
e é ?e eu sei ?
não, não sei
se soubesse saberia que saber antes é melhor que depois
estragos premeditados são sim pensados,
e não deve haver espaço para arrependimentos.


arrependimenTO, no caso, sozinho,ele o arrependimento sozinho arrependido sozinho.
até porque quem nunca fez nada como poderia se arrepender?
poderia? não, não poderia e nem mereceria poder se arrepender!


mais o fato, é o fim
que volto escrever em estrofinhas,
pra que se doer que seja mais de leve,
tanto amor que assim se tinha.

(Um minuto de silêncio para a reflexão de amor perdido)


Parece que acabou, e... e acabou mesmo!
A chuva já passou, e eu só me molhei, não tinha guarda-chuva,
não tinha guarda-nada,
nem aguarda-nada,

mais havia esperança, e essa se guarda,
não se pode dar esperanças a quem tem asas,
a quem sabe infinitamente sonhar...

Mais até sonho acaba!
(...)Living is easy with eyes closed,(...)

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