Gosto do teu cheiro
do teu blues
dos teus ais
reais
fatais.
Gosto da tua crueldade que você usa sem pudor
dor?
amor?
são clichês.
E eu,eu já moro em você,do lado de fora,como quem só observa da varanda,
esperando que a porta um dia abra pra te dizer :
- Oi sou a sua felicidade!
e você me responda:
- Entre felicidade,tranque a porta vamos viver a eternidade.
Gosto das tuas possibilidades,
cheias de ilusão
razão,ou não ?
Ou sim,sim,sempre foi sim
assim.
Só não gosto das tuas qualidades,
te deixam irreal,verdade
Utopia nunca foi nosso forte.
Só não gosto do teu sorriso
que nele vem escrito
"venha que te dou abrigo,
perigo,
ou mais.
Utopia nunca foi nosso forte.
Só não gosto da sua mão,
é, da sua mão!
Que cria um laço perfeito e simétrico (imaginário)
quanto está com a minha.
Utopia nunca foi nosso forte.
Nosso forte,nosso
nós,
nós?
Talvez seja muito,ou muito pouco
ou tudo,
tudo?
Talvez nem seja,e que se não for,
não foi,
deixa.
Talvez as 13:13 eu te ligue pra perguntar como vai,
como foi,
como será,
e você não atenda,
só pra continuar seu jogo.
E eu vou adorar!
Gosto do teu cheiro
do teu blues
dos teus ais
reais
fatais.
Gosto.
. C.B.S
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
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